Professora Arlene Clemesha explica os conflitos no Oriente Médio

A doutora em História e professora universitária Arlene Clemesha participou do Pânico, na Rádio Jovem Pan, no último mês (30/09) e falou sobre os conflitos no Oriente Médio e a relação de tais com o terrorismo atual e grupos extremistas como o ISIS. “São regiões artificialmente construídas como Estados nacionais”, falou também sobre a influência dos ingleses no traçado dos países no século XX. Clique no vídeo e confira a entrevista na íntegra.

As Sensações que temos antes de morrer!

As Sensações que temos antes de morrer!

“A morte é sempre um tema que tem tanto de misterioso como assustador.

Talvez porque ninguém consegue saber com clareza o que acontece no final da sua existência até aquele momento final chegar, o Homem sempre teve um fascínio por saber qual será a última coisa que experimentará antes de perder a consciência para sempre.
Precisamente isso é o que tentou encontrar Anna Gosline, num artigo para a revista New Scientist, publicado em 2007, depois de conversar com especialistas e rever depoimentos tanto de testemunhas como de sobreviventes de 10 tipos diferentes de mortes, desde paragem cardíaca até à decapitação.”
 Confira o vídeo abaixo que explica o tema:

Top 5 – Músicas para pensar na vida


1. “We´re All In the Dance” – Feist

“Life is a dance, we all have to do / What does the music require” 
Mesmo adorando o trabalho da Feist, provavelmente eu não iria gostar tanto dessa música se ela não fosse trilha do “Paris, Je T´Aime”. Não que o filme seja uma obra-prima (não é mesmo), mas a primeira vez que ouvi a canção foi no trecho do vídeo acima: a personagem da Juliette Binoche e a personagem de Gena Rowlands se vêem por duas janelas e acenam uma para outra, reconhecendo-se na dor (uma perdeu o filho, outra terminou o casamento de décadas). Juliette Binoche, Gena Rowlands, duas janelas: imediatamente tornou-se uma das minhas cenas favoritas de todos os tempos.

2. – I Wish I Knew How It Would Feel To Be Free – Nina Simone

Nada como um chacoalhão da Nina Simone quando estamos mais ou menos né? Ficamos de mimimi até ela nos lembrar que porra!, somos livres em alguma coisa. A minha versão favorita é uma outra, mais animadinha, mas não encontrei o vídeo.

3. More Than This – 10000 Maniacs

A primeira vez que eu ouvi essa música ela era tema da personagem Laura (Viviane Pasmanter) na novela “Por Amor” (sim, crescemos nos anos 90!). Naquela época eu só ouvia e achava bonita, nem sabia que existia uma versão original do Roxy Music. Mais tarde, reencontrei a canção ao assistir “Encontros e Desencontros” na cena do karaokê na qual Bob Harris (Bill Murray) diz a Charlotte (Scarlett Johansson) que “more than this / you know there’s nothing”e você entende TUDO (Sofia, te amo!).

4. Antes que Seja Tarde – Pato Fu

Uma das primeiras músicas do Pato Fu que eu gostei, lembro do prazer de descobrir uma banda que afinal retratava meus sentimentos de adolescência sem ser boboca. Significa muito pra mim até hoje, já que meus melhores amigos daquela época continuam sendo meu porto seguro.

5. You Can´t Always Get What You Want – Rolling Stones

A canção já virou clichê (foi citada até em “House M.D” e “Glee”). É quase o “tudo vale a pena se a alma não é pequena”, presente em milhares perfis de orkut e banheiros de escolas do Brasil. Mas justiça seja feita: o verso que dá título à música tem o poder de imediatamente te fazer pensar naquela dificuldade que você ainda não superou, naquele momento em que você precisará arriscar… você se sente quase o Mick Jagger, cheio de ousadia rock ‘n’ roll.

Via Francine Borba

Documentário – O riso dos outros


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Existem limites para o humor? O que é o humor politicamente incorreto? Uma piada tem o poder de ofender?

São essas questões que o O Riso dos Outros discute a partir de entrevistas com personalidades como os humoristas Danilo Gentili e Rafinha Bastos, o cartunista Laerte e o deputado federal Jean Wyllys, entre outros.

O documentário mergulha no mundo do Stand Up Comedy para discutir esse limite tênue entre a comédia e a ofensa, entre o legal e aquilo que gera intermináveis discussões judiciais.

O filme foi dirigido por Pedro Arantes, diretor de séries de humor como “As Olívias”, do canal Multishow, e “Vida de Estagiário”, da TV Brasil.

Gênios: Antti Kalhola e Ayrton Senna da Silva


Que os finlandeses são entusiastas das competições motorizadas, todos sabemos. Afinal, um país de pequena área e população de pouco mais de 5,3 milhões de habitantes em 2009, ter todos os campeões de automobilismo que tem, mostra que o pessoal gosta do assunto.

Um dos entusiastas dessa terra fria mas com muito calor automobilístico é Antti Kalhola, cuja existência é desconhecida para muitos.

Antti Kalhola
O mago da edição automobilística

Kalhola é um jovem de vinte anos, fanático por corridas, que usa suas habilidades na edição e sonorização de filmes, criando obras de arte sobre automobilismo de todos as modalidades e de todas as épocas. Começou essa atividade há cinco anos, com quinze portanto, mostrando grande qualidade.

Uma pequena busca no YouTube revela uma grande quantidade de vídeos, onde ele mostra toda sua paixão com cenas muito bem escolhidas, seja de lugares, pistas, carros ou pilotos. Há filmes bem curtos, de cerca de dois minutos, até vários com mais de dez.

Como ele mesmo disse, a primeira atração foi pelos ralis, mas as pistas fechadas também lhe dão inspiração para editar vídeos emocionantes.

Há cerca de dois anos, a FOA (Formula One Association) esboçou uma reação bastante negativa.  Obrigou o YouTube a remover sua conta e seus vídeos,  pois ele não pagava nada pelos direitos de imagem que a Fórmula 1 exige de todas as televisões que transmitem as provas.

Como o rapaz tem muitos fãs de seu trabalho, essas pessoas continuam a carregar o site com as obras de Kalhola. Como não é ele o responsável, ficou tudo por isso mesmo. Ainda bem que tal atitude antiesportiva de gabinete mofado aparentemente não irá mesmo em frente.

Pobres burocratas, pouco iluminados, mal conseguiram entender que o que um entusiasta faz é contagiar mais gente boa com seu entusiasmo, e com o fruto visual de toda essa empolgação.

Na verdade, o que Antti Kalhola provoca é gerar mais interesse pela categoria, bem como pelo automobilismo de uma forma geral.

Para quem assistiu muitas corridas e ralis,  na TV ou em autódromos e caminhos descalços,  ou para quem pouco gastou tempo com isso, essas compilações e tributos são um resumo, senão informativos, ao menos de visual incrível.

Um dos maiores ídolos de Antti são os pilotos de Rally e o piloto brasileiro Ayrton Senna da Silva na qual ele faz um tributo realmente tão bom que me leva a perguntar por que ainda não fizeram uma cinegrafia do tricampeão além do ótimo documentário de 2010.

Texto colaborado junto a ótima galera do AUTOentusiastas 

O Paradoxo da Igualdade

O Paradoxo da Igualdade

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Noruega: para pesquisas um dos países “mais igualitários” do mundo. No documentário feito por Harald Eia, comediante formado em Ciências Sociais, a situação provou ser diferente.

O comediante ficou intrigado pelo chamado “paradoxo norueguês da igualdade de gênero”. O “paradoxo” é que, apesar de todos os investimentos governamentais orquestrados pelos “engenheiros sociais” e da Noruega ter sido escolhida o país com maior igualdade de gênero, homens e mulheres continuam a preferir profissionais consideradas como “estereótipos de gênero” (mulheres ainda tendem à enfermagem e medicina, homens ainda tendem mais a tecnologia, construção civil, etc.). Mesmo com todo o investimento governamental, as preferências profissionais de homens e mulheres não só parecem persistir, como por vezes parecem se tornar mais tradicionais do que antes.

Ótimo documentário que demonstra que a ideologia feminista tem como base a ignorância, e não a ciência. No episódio 1 do documentário norueguês “Lavagem Cerebral”.

No documentário, Eia, com sua equipe de filmagem, fez algumas perguntas simples e relevantes aos grandes “especialistas em Gênero” do NIKK. Depois, entrevista os cientistas responsáveis por pesquisas recentes envolvendo o tema em países como a própria Noruega, Reino Unido e EUA. Harald mostra a todos os cientistas as respostas fornecidas por seus colegas. Eia registra em vídeo como as afirmações das autoridades nórdicas em Gênero, que orientam as dispendiosas políticas de “igualdade”, causam espanto na comunidade científica – principalmente porque fica explícito como os pesquisadores de gênero baseiam suas afirmações nas suas próprias teorias, sem fundamentação em pesquisa empírica. Harald então volta a Oslo e mostra as gravações aos pesquisadores do NIKK. Acontece que, diante de pesquisas científicas empíricas, os “Especialistas em Gênero” não conseguem defender suas teorias perante dados factuais.

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O documentário, essencialmente, consiste de algumas perguntas honestas, simples e objetivas, feitas por um sociólogo e comediante sinceramente interessado em desvendar o “Paradoxo da Igualdade de gênero”. Mas isso foi suficiente para mostrar que todo celebrado edifício da “Teoria de Gênero” não conta com alicerces, mas sim com a exploração da ingenuidade pública. Quiçá essa lição seja aprendida por mais pessoas em outros países, outros continentes e na ONU, onde essa ideologia, com seu potencial de capitalização econômica e política, é acalentada pelos ocupantes dos gabinetes prestigiosos.

O documentário completo de Harald Eia foi disponibilizado por ele mesmo no site vimeo. Inicialmente, estava protegido pela senha “hjernevask” (“Lavagem cerebral” em norueguês, título aliás muito bem escolhido para o documentário). Todos os episódios estão legendados abaixo:

Part 1 – ”The Gender Equality Paradox
Part 2 – ”The Parental Effect” (“O efeito parental”)
Part 3 – ”Gay/straight” (“Gay/Hetero”)
Part 4 – ”Violence” (“Violência”)
Part 5 – ”Sex” (“Sexo”)
Part 6 – ”Race” (“Raça”)
Part 7 – ”Nature or Nurture” (“Natureza ou aprendizado”)

Fonte – http://www.direitosdoshomens.com/como-harald-eia-abalou-a-ideologia-de-genero/