whiskey

Seja Jack Daniel, Jim Beam, ou Fireball, é difícil encontrar quem resista a uma dose desses grandes companheiros. Na verdade, com a demanda por uísque superando em muito a sua oferta nos últimos anos, está se tornando cada vez mais comum ver pessoas apreciando uma dose de sua marca favorita.

É este o problema com a bebida, pensei, enquanto me servia dum copo. Se acontece algo de mau, bebe-se para esquecer; se acontece algo de bom,bebe-se para celebrar, e se nada acontece, bebe-se para que aconteça qualquer coisa.

Charles Bukowski

Ok, Bukowski, vamos com calma, não dá para passar a beber uísque todo dia, afinal, tudo que é consumido com exagero, torna-se ruim, no caso de uma bebida alcoólica, ainda mais. Mas a boa notícia, é que de acordo com o site Organic Facts, há alguns benefícios em tomar algumas doses. Conheça-os:

1. Ela ajuda a evitar ganho de peso

Em comparação com diversas bebidas mistas e cervejas, o uísque, é o que tem menor teor calórico. Se a sua preocupação é com a temida barriga de cerveja, opte por uma dose de Jack.

2. Promove a saúde do coração

Junto com cervejas escuras e vinho, o uísque é uma das únicas outras bebidas, que podem propiciar o benefício de manter o coração saudável. Os antioxidantes que estão no uísque, podem ajudar a reduzir o risco de um ataque cardíaco, diminuindo o colesterol ruim, e até mesmo aumentar o colesterol bom.

3. Prevenção do câncer

Whiskey é dito ser rico em antioxidantes, particularmente um, chamado ácido elágico. Este produto químico é conhecido por ajudar a prevenir que o DNA do seu corpo, entre em contato com agentes cancerígenos. E também é conhecido por ajudar a proteger o corpo, contra os efeitos da quimioterapia.

4. Além disso, melhora a saúde do cérebro

Estudos têm demonstrado, que o consumo de uma pequena dose moderada de uísque, pode reduzir o risco de doença de Alzheimer e demência. Embora, beber muito, possa aumentar o risco, por isso, se você está pensando em testar este método em si mesmo, certifique-se de moderar!

5. Ele reduz o risco de acidente vascular cerebral

O uísque evita acumulação de colesterol, e também ajuda a reduzir o colesterol ruim, que reduz o risco de acidente vascular cerebral. Ele também ajuda a relaxar as paredes das artérias, e promove o fluxo sanguíneo.
6. Ajuda a reduzir o estresse

Como muitos fãs de uísque já sabem, uma bebida forte pode ser o que você precisa para acalmar seus nervos e aliviar o estresse. Tendo como benefício, ajudar com a circulação, pode fazer você se sentir como uma nova pessoa depois de um dia difícil.

7. Ele aumenta a sua memória

Os mesmos benefícios de saúde, que ajudam com a prevenção da doença de Alzheimer, também aumentam a sua memória. Whiskey melhora a circulação, certificando-se de que seu cérebro fique cheio de sangue e permaneça em forma.

8. Ele ajuda na digestão

Você sabia, que o uísque tem sido muito utilizado como uma forma de ajuda para digestão? Ele pode ajudar a reduzir o apetite depois de uma refeição, impedindo-te de comer demais, e ajudando a evitar dores de estômago ou indigestão.

9. Prolonga seu tempo de vida

O uísque é repleto de antioxidantes e nutrientes, que podem ajudar seu sistema imunológico, e prevenir o seu corpo de contrair doenças. Ele também pode ajudar, a prevenir o colapso lento de células importantes no seu corpo, assim prolongando sua vida útil!

10. É seguro para diabéticos

O uísque, possui baixo teor de açúcar e carboidratos, é a bebida perfeita se você sofre de diabetes. Você pode desfrutar de uma boa bebida, e não precisa se preocupar com a sua taxa de açúcar no sangue.

É inegável que uma boa bebida, pode trazer um prazer imenso, no entanto, não podemos permitir que isso torne-se um vício, ou que passe a atrapalhar nossa saúde, por isso, é sempre bom lembrar que devemos buscar uma vida em equilíbrio.
Tirado de: http://www.equilibrioemvida.com/2015/10/10-surpreendentes-beneficios-do-whiskey/#ixzz40uJq4Nmj

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As Sensações que temos antes de morrer!

As Sensações que temos antes de morrer!

“A morte é sempre um tema que tem tanto de misterioso como assustador.

Talvez porque ninguém consegue saber com clareza o que acontece no final da sua existência até aquele momento final chegar, o Homem sempre teve um fascínio por saber qual será a última coisa que experimentará antes de perder a consciência para sempre.
Precisamente isso é o que tentou encontrar Anna Gosline, num artigo para a revista New Scientist, publicado em 2007, depois de conversar com especialistas e rever depoimentos tanto de testemunhas como de sobreviventes de 10 tipos diferentes de mortes, desde paragem cardíaca até à decapitação.”
 Confira o vídeo abaixo que explica o tema:

Ronnie Von: um desconhecido musicalmente

Ronnie Von: um desconhecido musicalmente

Ronnie Von e Vinicius de Moraes, que escreveu elogios para a contracapa do compacto de 1966.
Ronnie Von e Vinicius de Moraes, que escreveu elogios para a contracapa do compacto de 1966.

“Ronnie Von é um cantor de rock psicodélico. Como assim? Ronnie Von psicodélico? Pois é. Pouquíssima gente sabe que o Príncipe Ronnie Von teve uma fase de rock psicodélico, e muito boa a fase diga-se de passagem. Influenciado pela psicodelia Ronnie Von gravou 3 LPs: Ronnie Von n. 3 (1969), A “A misteriosa luta do reino do para sempre contra o império do nunca mais”(1969) e “A Máqina Voadora” (1970).

Mas como é isso? O Ronnie Von não é aquele cantor da Jovem Guarda que cantava músicas românticas? Um reparo aqui: Ronnie Von nunca fez parte da Jovem Guarda, na verdade ele era uma espécie de rival do programa de Roberto Carlos, pois ele tinha seu próprio programa na mesma emissora: “O Pequeno Mundo de Ronnie Von”. Ronnie tinha mais afinidades com o pessoal da Tropicália: Caetano Veloso, Gal Costa, Mutantes…

O contato de Ronnie Von com o rock tem a ver com o fato de seu pai, que tinha negócios no exterior, lhe trazer muitos discos de rock. O jovem Ronnie Von recebia de primeira mão todos os lançamentos dos Beatles, pelo menos 6 meses antes de serem lançados aqui no Brasil. Nessa época ele já tinha amizade com uma ruivinha de nome Rita Lee. Dessa forma ouviam os dois todas as novidades do que acontecia de rock na Inglaterra inclusive o rock psicodélico. Essa amizade continuou e o próprio Ronnie Von foi quem deu o nome do grupo formado por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias Baptista, Os Mutantes.

Mas claro, os discos foram um fracasso monumental de vendas. Ninguém, nem mesmo os jovens, para a surpresa de Ronnie Von estavam preparados para aquilo. E olha que Ronnie Von declara que fez todos esses discos de cara limpa, passou longe de qualquer tipo de ácido ou outras drogas.

Com a carreira musical encerrada desde 1996, o hoje publicitário e apresentador de TV vê uma nova geração de músicos descobrir justamente seus discos mais ousados, esquecidos durante quase 30 anos. E foram 30 bandas de garagem de todo o Brasil que prestam tributo ao cantor, organizada pela jornalista Flávia Durante. Graças a fãs como esses, a gravadora Universal lançou, pela primeira vez em CD, três álbuns do cantor.

Hoje, Ronnie Von declara: “Os momentos de irracionalidade são os mais bonitos da vida.”

Ronnie cantando Beatles, dica do BlogNaMira.

E um de seus maiores sucessos, Máquina Voadora: é um álbum do músico brasileiro Ronnie Von. É um marco da música brasileira, inspirado na psicodelia dos Beatles o disco, quase conceitual, tem como tema a aviação e faz referências aos livros escritos por Antoine de Saint-Exupéry, em particular o Pequeno Príncipe. No vídeo abaixo vemos a música que abre o álbum em trechos do documentário “Quando éramos príncipes”, do jornalista e escritor Ricardo Alexandre, dirigido pelo cineasta Caco Souza. Com depoimentos de amigos e testemunhas como Rita Lee, Manoel Barenbein e Arnaldo Saccomani, o filme conta a tentativa do “Príncipe” de estabelecer no Brasil um tipo de música pop, sofisticada e experimental como se fazia no exterior. Além de depoimentos exclusivos e farto material de arquivo, a história é contada por meio dos clássicos do período, arranjados e executados com fidelidade e inventividade pelos Haxixins especialmente para um de seus heróis, Ronnie Von.