Temer tem de recuperar a confiança do brasileiro

Temer tem de recuperar a confiança do brasileiro

Uma crise é um tempo de ajuste, de mudanças fortes, de quedas e crescimentos. O problema brasileiro é que não há ajuste, apenas queda. Ao invés de investir em novas direções e adaptar a economia a uma nova realidade, os empreendedores estão apenas se escondendo em suas cavernas, guardando seu dinheiro e esperando a tempestade passar.

Esta tempestade tem nome, sobrenome, um penteado caríssimo e uma propensão a falar de figuras ocultas, mas não basta que ela passe, o sol precisa sair.

Temer precisa fazer a luz chegar ao solo e trazer da hibernação os investidores do Brasil e do mundo que enxergam na Banânia um potencial mas tem medo das jararacas que monitoram cada palmeira.

Não ser Dilma já é de grande ajuda, mas precisaremos de mais: Não bastará apenas uma nova pintura e uma festa de inauguração. Serão exigidos sinais claros, políticas rápidas e reformas abrangentes.

E isso será exigido do PMDB.

Dicas? Compre ações de empresas que levam pessoas para fora do Brasil.

Texto de Rafael Hide, do Ideias Radicais.

 

 

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Professora Arlene Clemesha explica os conflitos no Oriente Médio

A doutora em História e professora universitária Arlene Clemesha participou do Pânico, na Rádio Jovem Pan, no último mês (30/09) e falou sobre os conflitos no Oriente Médio e a relação de tais com o terrorismo atual e grupos extremistas como o ISIS. “São regiões artificialmente construídas como Estados nacionais”, falou também sobre a influência dos ingleses no traçado dos países no século XX. Clique no vídeo e confira a entrevista na íntegra.

X da Atualidade – Crise no Brasil (Transportes)

X da Atualidade – Crise no Brasil (Transportes)

A situação fiscal no Brasil tem piorado recentemente, com um desequilíbrio nas contas públicas (o governo gastando mais do que arrecada em impostos), em especial ano passado, mas há também uma crise nos transportes importante, revelando como a crise financeira não é um mero acaso e que há influência dela nos transportes.

Os professores do excelente canal “ProjetoX” nos explicam o que acontece de forma rápida e didática:

TCE confirma que falta de planejamento de Alckmin gerou crise hídrica em São Paulo | CartaCampinas


Em parecer sobre as contas do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) afirma que a culpa pela grave crise hídrica é da falta de planejamento do governo estadual, endossando, assim, as críticas que, há muito, vêm sendo feitas por ambientalistas. O TCE aprovou as contas de Alckmin, no fim de junho, mas a informação referente a gestão dos recursos hídricos foi revelada ontem (11).

Segundo o TCE, a Secretaria estadual de Recursos Hídricos recebeu vários alertas sobre a necessidade de um plano de contingência para para que a crise não chegasse “ao ponto em que se encontra atualmente, ou pelo menos para que seus efeitos fossem minimizados”.

Sobre a seca no estado, o tribunal listou ainda 20 recomendações que o governo deveria adotar para reduzir os impactos da crise, como a despoluição dos rios Tietê e Pinheiros, a recuperação da represa Billings e o combate mais efetivo das perdas de água nas redes de distribuição.

Em nota, a Secretaria de Recursos Hídricos afirmou que nenhum instituto, ou especialista, previu a severidade da seca, na região Sudeste, em 2014, e que uma série de medidas foram executadas para reduzir os impactos, como a política de descontos para quem diminuir o consumo de água, o uso da reserva técnica do sistema Cantareira – o volume morto – e a ampliação da redução de pressão nas redes, que acabou acarretando a falta d’água em diversos bairros da capital paulista, principalmente na periferia.

Via CartaCampinas.

O riso e o escárnio de Jair


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Por Leticia Perez

“O homem é grotesco, a condição humana é grotesca”
Georges Minois

Jair é um sujeito que gosta de fazer do riso, da ironia e do escárnio ferramentas do seu plano macarrônico de poder.

No medievo o riso aparecia como um aparelho de supressão do outro, para que os sujeitos através da ironia pudessem consolidar preconceitos e construir uma sociabilidade por exclusão.

A ironia dos bufões fazia com que se instaurassem tragédias. Não havia comédia, apenas a violência e o escárnio.

Há o riso da alegria, do prazer e da liberdade. Mas, o riso de Jair é grotesco como o de Roma no século I. Não é uma mera brincadeira, ele tem o propósito de gerar mal estar, inquietação e até medo. Maria do Rosário sabe disso. Ela acerta quando afirma que as falas e atitudes de Jair são técnicas de submissão do outro, usadas na ditadura.

O…

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