Gênios: Antti Kalhola e Ayrton Senna da Silva


Que os finlandeses são entusiastas das competições motorizadas, todos sabemos. Afinal, um país de pequena área e população de pouco mais de 5,3 milhões de habitantes em 2009, ter todos os campeões de automobilismo que tem, mostra que o pessoal gosta do assunto.

Um dos entusiastas dessa terra fria mas com muito calor automobilístico é Antti Kalhola, cuja existência é desconhecida para muitos.

Antti Kalhola
O mago da edição automobilística

Kalhola é um jovem de vinte anos, fanático por corridas, que usa suas habilidades na edição e sonorização de filmes, criando obras de arte sobre automobilismo de todos as modalidades e de todas as épocas. Começou essa atividade há cinco anos, com quinze portanto, mostrando grande qualidade.

Uma pequena busca no YouTube revela uma grande quantidade de vídeos, onde ele mostra toda sua paixão com cenas muito bem escolhidas, seja de lugares, pistas, carros ou pilotos. Há filmes bem curtos, de cerca de dois minutos, até vários com mais de dez.

Como ele mesmo disse, a primeira atração foi pelos ralis, mas as pistas fechadas também lhe dão inspiração para editar vídeos emocionantes.

Há cerca de dois anos, a FOA (Formula One Association) esboçou uma reação bastante negativa.  Obrigou o YouTube a remover sua conta e seus vídeos,  pois ele não pagava nada pelos direitos de imagem que a Fórmula 1 exige de todas as televisões que transmitem as provas.

Como o rapaz tem muitos fãs de seu trabalho, essas pessoas continuam a carregar o site com as obras de Kalhola. Como não é ele o responsável, ficou tudo por isso mesmo. Ainda bem que tal atitude antiesportiva de gabinete mofado aparentemente não irá mesmo em frente.

Pobres burocratas, pouco iluminados, mal conseguiram entender que o que um entusiasta faz é contagiar mais gente boa com seu entusiasmo, e com o fruto visual de toda essa empolgação.

Na verdade, o que Antti Kalhola provoca é gerar mais interesse pela categoria, bem como pelo automobilismo de uma forma geral.

Para quem assistiu muitas corridas e ralis,  na TV ou em autódromos e caminhos descalços,  ou para quem pouco gastou tempo com isso, essas compilações e tributos são um resumo, senão informativos, ao menos de visual incrível.

Um dos maiores ídolos de Antti são os pilotos de Rally e o piloto brasileiro Ayrton Senna da Silva na qual ele faz um tributo realmente tão bom que me leva a perguntar por que ainda não fizeram uma cinegrafia do tricampeão além do ótimo documentário de 2010.

Texto colaborado junto a ótima galera do AUTOentusiastas 

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Alonso vai se aposentar após a McLaren


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Fernando Alonso soltou a bomba: Depois de cumprido seu contrato com a McLaren-Honda, vai se aposentar da Fórmula 1. Na verdade, nem é tanto uma bomba, pois se pensarmos um pouco, faz todo o sentido e eu explico.

Hoje Fernando Alonso tem 33 anos de idade, fazendo 34 no meio do ano. Nesse passo, ao fim de seu contrato com a atual equipe, especula-se que de 3 anos duração, ele teria 37 anos, onde normalmente um piloto já não está mais no ápice de seu desempenho inciando uma fase de declínio. Assim, cronologicamente, faz todo o sentido ele considerar sua carreira como “de bom tamanho”.

alo1Suas palavras exatas foram: “Eu penso que após 15, 16 ou 17 (anos) na Fórmula 1 é suficiente. É provavelmente o mesmo exemplo com a Ferrari. Eu vou fechar essa parte da minha vida. Eu comecei com uma réplica de McLaren-Honda construída pelo meu pai quando eu tinha 3 anos de idade e vou terminar com uma McLaren-Honda, só que de verdade e com isso um terço da minha vida com grandes experiências, grandes memórias e grandes amizades, mas será uma vida normal que começarei quando me aposentar, não me vejo aqui como dirigente ou seguindo o esporte.”

Assim, caso ele não mude de ideia até lá, é bom Fernando torcer bastante para a McLaren e a Honda realmente acertem seus projetos nesses 3 anos de parceria para que ele possa sonhar com um título novamente, algo que ele não conquista há 9 anos graças às suas escolhas de equipe ou das consequências de como relacionou-se internamente com elas e seus companheiros…

Via JoseInacio 

Sebastian Vettel em tarde de Schumacher vence na Malásia


Talvez nem o mais otimista dos fãs pudesse esperar que a parceria entre Ferrari e Sebastian Vettel alcançaria sucesso tão rápido. Apenas em sua segunda corrida com o macacão vermelho do time de Maranello, o piloto alemão conseguiu desbancar o favoritismo da Mercedes e conquistou uma vitória irretocável no GP da Malásia. Após cruzar a linha de chegada, o tetracampeão mundial ouviu pelo rádio uma mensagem emocionante do chefe Maurizio Arrivabene (ouça no vídeo acima).

– Ótima corrida, ótima corrida! Muito bem! O número 1 está de volta! O melhor! A Ferrari voltou! Fantástico! Muito bem, Seb! – comemorou o chefe da escuderia italiana.

– Muito obrigado, pessoal! Muito obrigado, muito obrigado! Força, Ferrari! – respondeu Vettel, falando em um italiano impecável.

A vitória do alemão lembra seu maior ídolo no auge da Scuderia Ferrari, no começo dos anos 2000, ainda trouxe um toque de nostalgia ao “reger” parte do hino italiano como seu ídolo fazia em suas vitórias.

Com a vitória neste domingo, a 40ª de sua carreira, Vettel encostou no líder do campeonato, o inglês Lewis Hamilton, que chegou em segundo na Malásia. O atual campeão tem 43 pontos, enquanto o alemão da Ferrari, terceiro colocado na prova de abertura, na Austrália, soma agora 40 pontos. A Fórmula 1 retorna agora no dia 12 de abril, com o GP da China.

Sobre o resto da corrida: A Mercedes claramente subestimou a Ferrari.

Mas resumir a vitória da Scuderia Italiana assim seria simplista demais.

O bólido vermelho trata os pneus com mais carinho.

E tem uma forma diferente de carregar suas baterias nas retas.

As soluções de Maranello mais a competência de Sebastian Vettel fizeram a
diferença.

Me impressionou o ritmo de corrida da Ferrari semelhante (por vezes melhor)
ao da Mercedes.
O calor em Sepang também castigou.

Lewis chegou a queimar as mãos ao tocar seu volante.

A Honda parece ter entregado os pontos.

A unidade de força e a gestão da equipe responsável não estão funcionando.

Ouviremos falar de intervenções mais agressivas da McLaren.
Bernie Ecclestone chegou na Malásia cheio de ideias.

Pontuação para a classificação com grid invertido.

E uma categoria exclusiva para as mulheres.

Nesta última, Susie Wolff foi sagaz ao questionar onde Bernie encontraria
tantas meninas…

Atenção para o mercado financeiro.

Toro Rosso indo para a Renault.

Red Bull se aproximando da Audi.

E os direitos da Fórmula 1 parando no bolso de Dietrich Mastechitz (bilionário dono da RedBull).

A CVC Capital Partners (atual detentora da F1) moveria seus investimentos
para a moderninha Fórmula E (e sua impressionante rentabilidade).

Parece novela, porém a Sauber ainda não se acertou legalmente com Adrian
Sutil.

Eram quatro por temporada?

Mudou.

Agora são cinco motores pra cada piloto.

Nico Rosberg?

Desisto amigos.

Arrego.

Está se tornado dia após dia um novo Gerhard Berger.

(quem viveu a Era Senna entende bem o que estou falando)

Uma pena.

Jogar bem ou jogar diferente?


Uma das melhores coisas que existe no futebol, é a competição. Seja qual for a liga, seja qual for o campeonato, a competição estará sempre presente no futebol. E quanta mais alta for a classificação de uma liga ou campeonato, maior é a competição nessa prova. E ainda bem porque existe competição, porque é esta ansiedade por vencer que leva gente aos estádios, e faz do futebol tão grande quanto ele é. Mas, depois surge uma dúvida: no meio de tanta competição, como vencer?

Tenho assistido a vários casos, em equipas que fazem excelentes jogos, mas perdem. Outras, não fazem jogos assim tão bons, mas ganham. Então, jogar bem, é sinónimo de vencer? Lembram-se daquele jogo, entre FC Porto e Schalke, um excelente jogo da equipa portuguesa, mas que o guarda-redes alemão, hoje melhor guarda-redes do mundo, conseguiu eliminar o seu adversário praticamente sozinho? Sim, o Neuer?

Então, jogar bem, pode não ser suficiente para ganhar, pois todos sabemos que os adversários também tem qualidade, e querem tanto ganhar como nós, ou mais até. Jogar mal é que não será uma receita de sucesso, mas falta algum ingrediente para ganhar. No entanto, temos assistido a grandes equipas na história do futebol que ganharam apenas por jogar diferente. Se nos dedicarmos a treinar uma estratégia já conhecida por toda gente, como podemos jogar bem, se o adversário conhece a nossa estratégia e vai anular a mesma?

Recentemente, tivemos o FC Barcelona, com um estilo único e diferente, a vencer por naos seguidos. Tivemos a Alemanha no mundial e agora temos um Bayern Munique bastante poderoso. Em ambos os casos, houve sempre critério, organização, e um estilo diferente da maior parte das equipas pelo mundo fora, sempre com foco na natureza do jogo. Para se ganhar durante tanto tempo, então, jogar bem, será que chega? Qual é a equipa que consegue mostrar resultados absolutamente brutais, apenas jogando bem? Muitas equipas passam o tempo a jogar mecanizado, colocam o golo como primordial, esquecem-se que defender é tão importante como marcar, porque ganha quem marcar mais golos do sofre, logo, precisa sofrer menos do que marca, ou melhor ainda, não sofrer nenhum.

De que serve jogar bem, e fazer sempre a mesma coisa, sem criar desequilíbrios, sem abrir espaços, sem jogar futebol? Não é melhor jogar diferente, em função da natureza do jogo, com inteligência, algo que a maior parte das equipas ainda não faz? Deixo ao vosso critério.

Por Valter Correia

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– Até quando teremos violência entre torcidas de futebol? Um relato impressionante de quem nada tinha a ver com a briga!


DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES

No último clássico entre Palmeiras x Corinthians, tentou-se fazer o jogo com torcida única. Infelizmente, os esforços de gente de bem que queria evitar confusão foram atropelados pela demagogia e política.

Muita briga antes e depois do jogo. Depredaram um carro da Rádio Jovem Pan, a PM entrou em confronto com vândalos, palmeirenses organizados promoveram uma praça de guerra nas imediações, corinthianos quebraram o reservado em que ficaram no estádio.

Pra quê tudo isso?

Por causa de bola?

Durante a Copa do Mundo, houve um debate sobre o “torcedor almofadinha”, aquele que vai eventualmente ao estádio, que tira foto e gosta de mordomia (chamado pejorativamente de “torcedor coxinha”) versus o “torcedor sofredor, que sabe torcer pois está lá sempre e fica no povão” (aquele que vai regularmente ao estádio).

Ambos são bem aceitos nos estádios, são gente de paz! O problema é: as facções…

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Por que você odeia Fernando Alonso?

Por que você odeia Fernando Alonso?

F1 Ácida

Dentre os pilotos do grid atual, sem dúvida, o nome que mais causa indignação aos brasileiros é o de Fernando Alonso. Para quem não é simpatizante do espanhol, as razões são inúmeras. Falam de sua personalidade, caráter e outras características. Quem o crítica, parece ter convivido com o bicampeão por longo período…

Mas até onde estas razões condizem com a realidade?

Antes de analisar o sentimento do brasileiro em relação a Alonso, vale a pena voltar um pouco no tempo para recordar um sentimento parecido que havia em relação a Michael Schumacher. O alemão, último “rival” de Senna, despertava algo bem semelhante e não são poucos que não admiram o heptacampeão pura e simplesmente por este motivo.

Ainda que haja outros até mais justificáveis, ao exemplo das colisões que envolveram Hill e Villeneuve nas temporadas de 94 e 97, respectivamente e as controvérsias existentes na época em que Rubens Barrichello…

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Documentário Football Manager – Uma realidade alternativa

Documentário Football Manager – Uma realidade alternativa

fmdocumentary-2014

“Football manager – Uma realidade alternativa” (clique aqui para assistir) conta com a participação dos produtores do jogo, peritos no desporto e fãs, procurando demonstrar o impacto que Football Manager teve no futebol e qual a influência que exerce atualmente.